10:40 eu: Nada
É a sensação estranha
De ter dor e não sofrer
Contar lágrimas no rosto
Cicatrizes pelo corpo
A saudade moe os ossos
Primavera não vingou
E nada satisfaz
Meu pequeno coração...
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6 minutos
10:46 H.: Às vezes parecia
Que era só improvisar
E o mundo então seria
Um livro aberto...
Até chegar o dia
Em que tentamos ter demais
Vendendo fácil
O que não tinha preço...
Eu sei é tudo sem sentido
Quero ter alguém
Com quem conversar
Alguém que depois
Não use o que eu disse
Contra mim...
Nada mais vai me ferir
É que eu já me acostumei
Com a estrada errada
Que eu segui
E com a minha própria lei...
Tenho o que ficou
E tenho sorte até demais
Como sei que tens também...
10:48 é legião
Às vezes parecia
Que de tanto acreditar
Em tudo que achávamos
Tão certo...
Teríamos o mundo inteiro
E até um pouco mais
Faríamos floresta do deserto
E diamantes de pedaços
De vidro...
Mas percebo agora
Que o teu sorriso
Vem diferente
Quase parecendo te ferir...
Não queria te ver assim
Quero a tua força
Como era antes
O que tens é só teu
E de nada vale fugir
E não sentir mais nada...
quinta-feira, 29 de maio de 2008
Quando os dias estão demasiados musicais, o talento pra melancolia subverte a ordem e parece que queremos sempre mais do que podemos ter...
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terça-feira, 27 de maio de 2008
O Segredo chegou!
Ele é lindo. Tem cheiro adocicado, próprio de livro velho. Tá bem conservadinho...muito mesmo. Ele foi impresso em junho de 1987. Eu nasceria alguns meses depois. As folhas amareladas dão um charme. A editora é "tchê!". Não podia ser mais perfeito!
Eu tenho um exemplar de "O Segredo da Pirâmide"!
Eu tenho um exemplar de "O Segredo da Pirâmide"!
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quarta-feira, 21 de maio de 2008
Lançamento do curta metragem "LAVANDERIA SHERMER"

Lavanderia Shermer
Direção: Wellington Sari
Produção: Alumiar Filmes e Pé em Quadro Filmes
Gênero/Duração: Ficção -- 20 minutos
www.alumiarfilmes.com
Na Cinemateca - Rua Carlos Cavalcanti,1174
Dia 26 de maio (segunda-feira)
20h - ENTRADA FRANCA
NA MESMA NOITE, exibição de curtas da Processo Filmes:
[colorado esporte cluBE], de Fábio Allon
Cristo, de Adriano Esturilho
"Se for, convide os amigos. Caso não possa ir, convide assim mesmo!"
Confira o trailer:
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terça-feira, 20 de maio de 2008
Aquilo que interrompe as marchas por aí...
Inácio Lustosa, horário de muito movimento... Várias pessoas passam por dois vagabundos no meio da calçada. Os vagabundos conversam. Os vagabundos olham ao redor. Um vagabundo pergunta ao outro vagabundo:
- Porque elas não me olham nos olhos quando falam comigo?
- Porque elas não me olham nos olhos quando falam comigo?
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domingo, 18 de maio de 2008
Yes! We are beautiful!
Para mulheres de verdade
Celebrando minha barriguinha, alguns pneuzinhos e uma leve flacidez!
Celebrando minha barriguinha, alguns pneuzinhos e uma leve flacidez!
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sábado, 17 de maio de 2008
Adoro os críticos à pirâmide...
"A vida e o mundo não se cansam de mostrar que não cabem em, nem suportam, uma pirâmide invertida. Inútil arrochar o cinto do presente imediato para tentar fazê-lo entrar, aos tapas e empurrões, na cela forte do pensamento monocausal redutor e determinista, das técnicas e vícios que desse pensamento emergem e nele se sustentam. Pessoas, fatos e situações não se deixam reproduzir simbolicamente nos estreitos limites da certeza que pretende se revestir um conceito".
Dimas Antonio Künsch, Maus pensamentos - Os mistérios do mundo e a reportagem jornalística
***Só para registrar a compra do livro "O segredo da pirâmide", para fazer inveja ao Cervi!
Dimas Antonio Künsch, Maus pensamentos - Os mistérios do mundo e a reportagem jornalística
***Só para registrar a compra do livro "O segredo da pirâmide", para fazer inveja ao Cervi!
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Luxo, poder e sedução! ****
“Eu não me envergonho de corrigir os meus erros e mudar de opinião, porque não me envergonho de raciocinar e aprender”. Alexandre Herculano
Último ano de faculdade traz reflexões mais existências do que em outros anos. Em ritmo de término (a todo vapor) do meu pré-projeto – que envolve questionamentos sobre a maneira como o jornalismo é feito, muita leitura, estudo....Tô chateada, tanta dedicação para quê? Mas deixo as críticas mais densas ao jornalismo atual para o Pasquim Poético.
Na onda de blogs e sites (todo mundo pode criar o seu e falar qualquer merda que der na telha), começo a atentar-me para o tipo de conteúdo que vêm sendo veiculado nesses espaços. Eu comento, com amigos, que talvez escreva no blog para ninguém. O fato de eu não divulgar muito o meu blog é justamente por achar que eu falo muita merda. Acho que ele deixa transparecer exatamente o que eu sou: uma pirralha aspirante a jornalista que tem muito o que aprender. Mas deixo bem claro, que a intenção dele (o blog) não é ser jornalístico.
Com todos os blogs feitos por jornalistas, jornalísticos ou qualquer bosta na área, tenho visto coisas indescritíveis. Primeiro, eu já não sou fã da fofoca dos artistas – mas “pelamor”, até nesse gênero acho que precisa ter um critério. Eu falo disso. Viu? Olha bem, faz uma leitura crítica... Nem precisa ser expert para avaliar. Eu entrei nele, porque o que me chamou a atenção é que o cara era meu professor de assistência no cursinho de inglês que fiz (há longínquos anos atrás). Creio que ele até mora(va) perto de casa. Queria saber se ele é jornalista.
Eu fico enojada por darem espaço a isso. Tudo bem que blog é outra história, outra linguagem, blá, blá e blá. Mas esse blog em específico está veiculado no site de uma grande rede de comunicação. E é muito tosco, muito pobre mesmo! Eles conseguem deixar assuntos fúteis mais ridículos ainda. Acho que vou mandar um e-mail para eles contratarem a Dani, a Lucimara e o Henrique.... Eles nem são jornalistas diplomados e conseguem muito mais! E ainda, é pra ser descolado? Citações do perfil: “ minha amiga Gossip Girl”, “Este blog tem como musa inspiradora Miranda Priestly. Acho que você já ouviu falar dela, em um filme chamado "O Diabo Veste Prada". Ela sempre está de olho em tudo aqui na redação”... Acho que o cara assiste a muito seriado adolescente e vive em um mundo surreal onde ele é popular (colunista de fofoquinhas do jornal do colégio). Um nerd que gosta das tramas da Malhação e acha que está contribuindo com seus cometários sobre arranjos para cabelo e sua "gabaritada" opinião sobre o que é ser celebridade....
Bom, depois dessa ladainha toda. Tudo isso era para apresentar a minha conclusão. E ela é: não tenho do que me envergonhar! Sinceramente, acho que apesar de sem nexo e sem pretensões de acrescentar algo ao leitor, meu blog é muito bom! Sem modéstia. Afinal, a frase do Herculano acima traduz bem as coisas que eu escrevo. Eu erro, eu julgo mal, eu mudo de opinião, escrevo besteira – mas, tudo faz parte de um processo de aprendizagem. Está na hora de oferecer a face. Estou pensando seriamente, em começar a colocar TAGS nas postagens, quem sabe na próxima!
**** Título inspirado na auto-rotulagem do perfil do blog/blogueiro em questão.
Último ano de faculdade traz reflexões mais existências do que em outros anos. Em ritmo de término (a todo vapor) do meu pré-projeto – que envolve questionamentos sobre a maneira como o jornalismo é feito, muita leitura, estudo....Tô chateada, tanta dedicação para quê? Mas deixo as críticas mais densas ao jornalismo atual para o Pasquim Poético.
Na onda de blogs e sites (todo mundo pode criar o seu e falar qualquer merda que der na telha), começo a atentar-me para o tipo de conteúdo que vêm sendo veiculado nesses espaços. Eu comento, com amigos, que talvez escreva no blog para ninguém. O fato de eu não divulgar muito o meu blog é justamente por achar que eu falo muita merda. Acho que ele deixa transparecer exatamente o que eu sou: uma pirralha aspirante a jornalista que tem muito o que aprender. Mas deixo bem claro, que a intenção dele (o blog) não é ser jornalístico.
Com todos os blogs feitos por jornalistas, jornalísticos ou qualquer bosta na área, tenho visto coisas indescritíveis. Primeiro, eu já não sou fã da fofoca dos artistas – mas “pelamor”, até nesse gênero acho que precisa ter um critério. Eu falo disso. Viu? Olha bem, faz uma leitura crítica... Nem precisa ser expert para avaliar. Eu entrei nele, porque o que me chamou a atenção é que o cara era meu professor de assistência no cursinho de inglês que fiz (há longínquos anos atrás). Creio que ele até mora(va) perto de casa. Queria saber se ele é jornalista.
Eu fico enojada por darem espaço a isso. Tudo bem que blog é outra história, outra linguagem, blá, blá e blá. Mas esse blog em específico está veiculado no site de uma grande rede de comunicação. E é muito tosco, muito pobre mesmo! Eles conseguem deixar assuntos fúteis mais ridículos ainda. Acho que vou mandar um e-mail para eles contratarem a Dani, a Lucimara e o Henrique.... Eles nem são jornalistas diplomados e conseguem muito mais! E ainda, é pra ser descolado? Citações do perfil: “ minha amiga Gossip Girl”, “Este blog tem como musa inspiradora Miranda Priestly. Acho que você já ouviu falar dela, em um filme chamado "O Diabo Veste Prada". Ela sempre está de olho em tudo aqui na redação”... Acho que o cara assiste a muito seriado adolescente e vive em um mundo surreal onde ele é popular (colunista de fofoquinhas do jornal do colégio). Um nerd que gosta das tramas da Malhação e acha que está contribuindo com seus cometários sobre arranjos para cabelo e sua "gabaritada" opinião sobre o que é ser celebridade....
Bom, depois dessa ladainha toda. Tudo isso era para apresentar a minha conclusão. E ela é: não tenho do que me envergonhar! Sinceramente, acho que apesar de sem nexo e sem pretensões de acrescentar algo ao leitor, meu blog é muito bom! Sem modéstia. Afinal, a frase do Herculano acima traduz bem as coisas que eu escrevo. Eu erro, eu julgo mal, eu mudo de opinião, escrevo besteira – mas, tudo faz parte de um processo de aprendizagem. Está na hora de oferecer a face. Estou pensando seriamente, em começar a colocar TAGS nas postagens, quem sabe na próxima!
**** Título inspirado na auto-rotulagem do perfil do blog/blogueiro em questão.
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quinta-feira, 8 de maio de 2008
Artista plástico lança livro no Espaço Cultural BRDE
Publicação reúne 20 anos do trabalho do paranaense Olavo Tenório

O livro “Estrutura e Flutuação”, de plástico Olavo Tenório, que será lançado no dia 08 de maio, às 19h30 no Espaço Cultural BRDE traz obras do artista plástico realizadas nos últimos 20 anos, desde que veio para Curitiba. O autor registra em sua obra as múltiplas incursões pelo desenho, pintura, escultura, objetos de design, lustres, fotografia, ilustrações, jóias e um mural. Olavo chegou a trabalhar durante 12 anos como ilustrador para o jornal Gazeta Mercantil, além de atuar em diversas editoras paulistas e paranaenses.

Olavo Tenório começou a desenhar quando era criança. “Eu comecei a copiar os heróis das histórias em quadrinho, depois iniciei a criação dos meus próprios heróis”. Aos 14 anos trabalhava como desenhista técnico de arquitetura. Como na sua cidade, Goioerê, não existia muitas oportunidades para aperfeiçoar-se, veio a Curitiba em 1987 onde ingressou na Escola de Belas Artes. Desde então, não parou mais.

O que leva Olavo a explorar as diversas manifestações da arte, não é apenas a necessidade de auto-suficiência financeira através da arte, mas, também a junção do prazer estético ao utilitário. “Fazer com que arte tenha função”, acrescenta. Seu trabalho é rico em formas e o artista não segue nenhum estilo marcado. O trabalho é descompromissado. “Meu trabalho é um pouco intuitivo. Creio que o artista deve se encontrar e não apenas seguir tendências”, completa.

A idéia de fazer o livro surgiu pouco pretensiosa, mas conforme foi reunindo seu material percebeu a importância - já que publicação resultou numa remontagem de sua própria história. “É um jeito de compreender melhor meu trabalho e de reviver a sua produção”, acrescenta. Olavo passou um ano selecionando os trabalhos que melhor representassem suas fases criativas. A edição e projeto gráfico do livro também foram realizados por ele. Os textos ficaram a critério de A.H.Fuerstenthal.
Estrutura e Flutuação, Olavo Tenório
Lançamento: dia 08 de Maio de 2008, às 19h30
Espaço Cultural BRDE - Palacete dos Leões
Av.: João Gualberto, 530/570 - Alto da Glória
Informações: 3219-8134

O livro “Estrutura e Flutuação”, de plástico Olavo Tenório, que será lançado no dia 08 de maio, às 19h30 no Espaço Cultural BRDE traz obras do artista plástico realizadas nos últimos 20 anos, desde que veio para Curitiba. O autor registra em sua obra as múltiplas incursões pelo desenho, pintura, escultura, objetos de design, lustres, fotografia, ilustrações, jóias e um mural. Olavo chegou a trabalhar durante 12 anos como ilustrador para o jornal Gazeta Mercantil, além de atuar em diversas editoras paulistas e paranaenses.

Olavo Tenório começou a desenhar quando era criança. “Eu comecei a copiar os heróis das histórias em quadrinho, depois iniciei a criação dos meus próprios heróis”. Aos 14 anos trabalhava como desenhista técnico de arquitetura. Como na sua cidade, Goioerê, não existia muitas oportunidades para aperfeiçoar-se, veio a Curitiba em 1987 onde ingressou na Escola de Belas Artes. Desde então, não parou mais.

O que leva Olavo a explorar as diversas manifestações da arte, não é apenas a necessidade de auto-suficiência financeira através da arte, mas, também a junção do prazer estético ao utilitário. “Fazer com que arte tenha função”, acrescenta. Seu trabalho é rico em formas e o artista não segue nenhum estilo marcado. O trabalho é descompromissado. “Meu trabalho é um pouco intuitivo. Creio que o artista deve se encontrar e não apenas seguir tendências”, completa.

A idéia de fazer o livro surgiu pouco pretensiosa, mas conforme foi reunindo seu material percebeu a importância - já que publicação resultou numa remontagem de sua própria história. “É um jeito de compreender melhor meu trabalho e de reviver a sua produção”, acrescenta. Olavo passou um ano selecionando os trabalhos que melhor representassem suas fases criativas. A edição e projeto gráfico do livro também foram realizados por ele. Os textos ficaram a critério de A.H.Fuerstenthal.
Estrutura e Flutuação, Olavo Tenório
Lançamento: dia 08 de Maio de 2008, às 19h30
Espaço Cultural BRDE - Palacete dos Leões
Av.: João Gualberto, 530/570 - Alto da Glória
Informações: 3219-8134
quarta-feira, 7 de maio de 2008
Vamos "Pingüinzar" a Humanidade
Émilie Simon - Frozen World do filme La Marche de l'Empereur
Uma das cenas de amor mais lindas do cinema, na minha opinião.
“Sob a Pele” no Palacete dos Leões
Os Sentimentos através do Olhar de Eduardo Calegari

Sob a Pele, próxima exposição do Palacete dos Leões, (abertura hoje) promete conduzir o visitante à introspecção e imersão nos sentimentos mais profundos. Eduardo Calegari em “Sob a pele” traz obras ricas em simbolismos, onde o vermelho impera.
O tema da exposição é o interno. Os elementos do corpo humano utilizados pelo artista em seus painéis e instalações servem para mostrar a força de sentimento que as pessoas guardam dentro de si: os conflitos, o silêncio e os questionamentos.
O artista paranaense, natural de Mandaguaçú, já havia exposto anteriormente do Palacete dos Leões, na coletiva do Projeto Muro em Novembro de 2007. “O vermelho e algumas referências ao corpo humano já podiam ser vistas em alguns trabalhos”, argumenta. Eduardo leva uma carreira paralela. Formado em Informática, trabalha em um banco. “No trabalho, tenho contato com as pessoas, preciso disso. Tentar conhecer o ser humano e seus questionamentos”.
Para esta exposição o artista espera a reação do público. “Quero perceber se as pessoas se identificam com os painés”, conta. E acrescenta, “não utilizo simbolismos óbvios, o trabalho não tem nenhuma intenção de registrar o lado biológico, mas a revelação do que as pessoas deixam em silêncio ou pulsantes internamente”.
Sob a Pele , de Eduardo Calegari
De 7 a 27 de maio, das 12h30 às 18h30 de segunda à sexta-feira
Palacete dos Leões - Espaço Cultural BRDE
Av.: João Gualberto, 530/570 - Alto da Glória
Informações: 3219-8134

Sob a Pele, próxima exposição do Palacete dos Leões, (abertura hoje) promete conduzir o visitante à introspecção e imersão nos sentimentos mais profundos. Eduardo Calegari em “Sob a pele” traz obras ricas em simbolismos, onde o vermelho impera.
O tema da exposição é o interno. Os elementos do corpo humano utilizados pelo artista em seus painéis e instalações servem para mostrar a força de sentimento que as pessoas guardam dentro de si: os conflitos, o silêncio e os questionamentos.
O artista paranaense, natural de Mandaguaçú, já havia exposto anteriormente do Palacete dos Leões, na coletiva do Projeto Muro em Novembro de 2007. “O vermelho e algumas referências ao corpo humano já podiam ser vistas em alguns trabalhos”, argumenta. Eduardo leva uma carreira paralela. Formado em Informática, trabalha em um banco. “No trabalho, tenho contato com as pessoas, preciso disso. Tentar conhecer o ser humano e seus questionamentos”.
Para esta exposição o artista espera a reação do público. “Quero perceber se as pessoas se identificam com os painés”, conta. E acrescenta, “não utilizo simbolismos óbvios, o trabalho não tem nenhuma intenção de registrar o lado biológico, mas a revelação do que as pessoas deixam em silêncio ou pulsantes internamente”.
Sob a Pele , de Eduardo Calegari
De 7 a 27 de maio, das 12h30 às 18h30 de segunda à sexta-feira
Palacete dos Leões - Espaço Cultural BRDE
Av.: João Gualberto, 530/570 - Alto da Glória
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Um Momento para o Silêncio
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"O homem arruína mais as coisas com as palavras do que com o silêncio."
(Mahatma Gandhi)
Feliz Dia do Silêncio!
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"O homem arruína mais as coisas com as palavras do que com o silêncio."
(Mahatma Gandhi)
Feliz Dia do Silêncio!
segunda-feira, 5 de maio de 2008
Links!
Tenho vistos coisas legais pela internet. Achei bacana dividir:
Cultura inútil, útil e entretenimento
A Época tem um blog (Mente Aberta) bem divertido de cultura. Mas cultura no seu sentido mais abrangente: fabricada, das massas, POP, elitizada...enfim. Tem de tudo um pouco. Descobri, sem querer, quando vi uma chamada no G1 sobre “músicas de soltar a franga” – qualquer um se identifica com o TOP das músicas que fazem as pessoas revelaram-se: http://www.menteaberta.globolog.com.br/
Moda, futilidades e arte local
Esse conheço há tempos. Outro blog que segue o mesmo estilo da Época – com alterações – é o blog da Revista Curitiba Deluxe. Eu gosto porque apesar de alguns posts penderem para a futilidade, tem muita coisa de exposições e cultura local, curiosidades da internet e outros. Destaque para as fotos que o fotógrafo Rafael Dabul destaca em “grandes mestres da imagem”: http://cwbdeluxe.blogspot.com/
Arte das Ruas
Para quem gosta de Street Art, intervenções em Curitiba: http://plasticourbano.blogspot.com/
Eu queria indicar o site de um artista que gosto, Pierre Lapalu – mas hoje a tarde estava funcionando e agora não está mais.
Mas em breve, eu e o Henrique estaremos filmando um documentário sobre a arte das ruas de Curitiba (assim eu espero) e vocês saberão muito mais sobre o assunto!!!
Para finalizar a sessão links, ao lado, foi acrescentado um merecido link ao site da revista piauí. Destaco também o blog do Henrique – Pasquim Poético – que é a prova que existe vida inteligente na Terra.
Inté!
Cultura inútil, útil e entretenimento
A Época tem um blog (Mente Aberta) bem divertido de cultura. Mas cultura no seu sentido mais abrangente: fabricada, das massas, POP, elitizada...enfim. Tem de tudo um pouco. Descobri, sem querer, quando vi uma chamada no G1 sobre “músicas de soltar a franga” – qualquer um se identifica com o TOP das músicas que fazem as pessoas revelaram-se: http://www.menteaberta.globolog.com.br/
Moda, futilidades e arte local
Esse conheço há tempos. Outro blog que segue o mesmo estilo da Época – com alterações – é o blog da Revista Curitiba Deluxe. Eu gosto porque apesar de alguns posts penderem para a futilidade, tem muita coisa de exposições e cultura local, curiosidades da internet e outros. Destaque para as fotos que o fotógrafo Rafael Dabul destaca em “grandes mestres da imagem”: http://cwbdeluxe.blogspot.com/
Arte das Ruas
Para quem gosta de Street Art, intervenções em Curitiba: http://plasticourbano.blogspot.com/
Eu queria indicar o site de um artista que gosto, Pierre Lapalu – mas hoje a tarde estava funcionando e agora não está mais.
Mas em breve, eu e o Henrique estaremos filmando um documentário sobre a arte das ruas de Curitiba (assim eu espero) e vocês saberão muito mais sobre o assunto!!!
Para finalizar a sessão links, ao lado, foi acrescentado um merecido link ao site da revista piauí. Destaco também o blog do Henrique – Pasquim Poético – que é a prova que existe vida inteligente na Terra.
Inté!
Final de Semana

Hoje é dia de “diarinho”. Fui ao Guairá, sábado, assisti ao espetáculo Romeu e Julieta do Ballet do Teatro Guaíra e Orquestra Sinfônica do Paraná. Impressionante. Romeu e Julieta é uma história triste, mas que todo mundo já conhece que nem emociona mais... No entanto, contudo, todavia: da forma como foi remontada... Muito bom. Ficou leve e tocante. Conseguiram dar até um toque de humor. Foi diferente. Bailarinos correndo e interagindo com a platéia e com a orquestra. Fora que foi um programa muito bom com os pais e a vó. Coisa que não acontecia há tempos. Mas apesar de ter sido tudo muito lindo, no intervalo do espetáculo descobri uma coisa muito legal pelo programa e que NINGUÉM (isso no meu universo)* comentou:
Shakespeare (preciso dizer que ele é autor de Romeu e Julieta?) nasceu dia 23 de Abril de 1564 e faleceu dia 23 de Abril de 1616. Sergei Sergeievitch Prokofiev, que escreveu o ballet baseado em Shakespeare, nasceu dia 23 de Abril de 1891 e morreu dia 5 de Março de 1953. O Romeu e Julieta versão Guairá estreou dia 23 de Abril e encerrou ontem, 4 de Maio. Ok, talvez só eu que fique fascinada com datas. Mas achei interessante, tive a mesma alegria de quando descobri que faço aniversário no mesmo dia que Gilberto Dimenstein.
*Não posso mentir, vi na Agência de Notícias do Paraná também. (A foto é da Agência)
quinta-feira, 1 de maio de 2008
Uma biblioteca fora do comum!
Ontem, estava a explorar um campo vasto de letras e conhecimento: a biblioteca da faculdade. Vasculhando as prateleiras de Jornalismo - em meio a livros sobre o tema "reportagem", encontrei uma espécie rara! Esperava teóricos, jornalistas, formatos, experiências... qualquer coisa que contribuísse para o delineamento da minha própria reportagem. E lá estava: "A Primeira Reportagem" de Sylvio Pereira! Não podia ser verdade! O livro, voltado para o público adolescente, conta a história de Roberto que "ao conseguir emprego em um jornal e realizar sua primeira reportagem, vê-se envolvido num perigoso caso de seqüestro”. Uau, Unibrasil! Perfeita catalogação!