sábado, 29 de março de 2008

Machistas, cuidado!

sexta-feira, 21 de março de 2008

Amor de Boteco


Amor de Boteco - Charme Chulo

Quando sinto vontade de beijar alguém, não é nada mais do que eu querendo dizer "encanto-me por você". Beijos acabam.

Meus olhos estão doentes...

Tu me propões decretos alucinados. Tem que baixar um decreto em Curitiba: "Marina alegre todo dia, já!". Esse é o problema. Querer ser alegre para todos. Mas, isso não funciona mais. Se eu aceitasse, só tu executarias. Bom te “ver” assim. Nós não nos vemos há muito tempo. E mesmo se nos encontrássemos. Meus olhos estão doentes. Não seria capaz de enxergar.

Uso dos meus artifícios irônicos. Dissimulo. - Estou com cara de maconheira. Parece que chorei muito. Tu ao invés de rir das minhas besteiras apenas – faz mais. Grandes emoções são como drogas para os corações sensíveis. Só você é capaz de dizer essas coisas. Parece que você tira suas falas de um filme romântico demasiado clichê. Mas sempre funciona. Por isso alguns poetas dizem "embriagar de amor". Embriagar-me. Talvez só assim. Não sei se os bêbados enxergam melhor, ou só perdem o medo de encarar a verdade.

Queria enxergar. Mas meus olhos estão doentes porque eles não choram mais. Eles estão acumulando todas as angústias de uma mente perturbada. Você é uma menina especial. Isso só os seus olhos distantes conseguem ver. “Marinice para todos”. Para enlouquecer a todos, você deveria dizer. Só sai pus desses olhos doentes.

terça-feira, 18 de março de 2008

Olha a loucura aí gente!

Exatamente quando se enxerga as coisas com extrema clareza é que parecemos mais loucos. Cá para mim, que os loucos são aqueles que atingem os momentos mais sublimes de lucidez e sinceridade... há uma ironia muito grande por atrás, na frente e do lado da loucura.

Loucura é afirmar que, no momento, você não ama mais ninguém como tem amado os seus próprios projetos.
Loucura é você saber que está vivenciando uma fase em que é necessário ser um pouco egoísta.
Loucura é você ver alguém saindo da sua vida e não saber se ele volta. Mas mais loucura ainda seria você ignorar que mesmo os dois gostando-se profundamente, não podem viver nada juntos.
Loucura é você apostar em um relacionamento com 400km de distância entre as partes, que, diga-se de passagem, não têm nada a ver uma com a outra.
Loucura é investir em amizades, onde uma das partes está apaixonada.
Loucura é você ter esperança no SUS.
Loucura é você mesmo vendo a saúde do ente amado definhando, acreditar e saber que tudo vai melhorar.
Loucura é atolar-se em contas de coisas indispensáveis e não se desesperar.
Loucura é querer levar nas costas um projeto que você sabe que deveria ser realizado por dois.
Loucura é continuar tendo essa sede imensa de vida.
Loucura é não ter medo da violência.
Loucura é aquilo que você quase fez no meio da rua.
Loucura é não continuar fugindo de quem te propõem loucuras no meio da rua.
Loucura é nunca ter feito isso.
Loucura é pagar 100 reais por mês em uma formatura.
Loucura é forma-se em Jornalismo.
Loucura é achar que a resposta está em Porto Alegre.
Loucura é não se desfazer das coisas do Léo.
Loucura é continuar aberta a amar incondicionalmente.
Loucura é acreditar no amor, mesmo todo mundo dizendo que o amor não existe.
Loucura é admirar a loucura.
Loucura é continuar gostando de gente.
Loucura é chorar em filme Hollywoodiano.
Loucura é conversar com gente estranha dentro do ônibus.
Loucura é voltar a beijar bocas do passado.
Loucura é sorrir, apesar de tudo.

segunda-feira, 17 de março de 2008

São as águas de Março...

Que tal virar sapo?

domingo, 16 de março de 2008

Músicas de estrada



Um pouco no espírito de Penny Lanes e Baby Janes, procuro novas trilhas sonoras. Tô precisando de uma reviravolta musical... Vou pelo caminho Cameron B. Crowe, já que ele mistura clássicos com cinema e rock com estrada.

sábado, 15 de março de 2008

Sobre o novo layout

Sempre gostei da mistureba. Transitei por todas as tribos, mas antes era uma tentativa frustrada da adolescência de encontrar-se. Depois eu “eumesmimei” – retraí-me, fiquei preconceituosa. Hoje vivo a crise. Descobri que é delicioso prostituir-se a todos os estilos, pensamentos e atitudes. E nem por isso deixo de ser menos ou mais eu. Sou assim, promíscua mesmo. Quero o diverso, a miscigenação, o ecletismo, o variado... Só que isso dá um nó danado na nossa cabeça. O hibridismo é tanto, que eu nem sei como manifestá-lo. Daí o resultado é esse... Um novo layout, mas o título ainda é o mesmo – pois não achei nem um título que traduza o atual momento. Talvez deva cocar algo assim: “sem rótulos”. Enfim...

Spam! Vírus! Invasão!

Só falta virem pelo celular. Dizem que já existe!
Mas pelo menos esse blog recebe algum tipo de comentário, mesmo que seja vírus!