quinta-feira, 29 de novembro de 2007

Em meio a confusão, a ordem


Íntima. Simples. Direta. Com um significado exclusivo.

segunda-feira, 26 de novembro de 2007

Testamento

Essa noite tive um insight...
Começarei a escrever o meu testamento. Mas não tenho nada mais a deixar do que palavras. Mas, escreverei. Estará no mesmo caderninho, que depois de achado - fará com que as pessoas achem-me demasiadamente triste. As minhas bijouterias e livros, separem conforme o amor for ditando... O meu Alf, meu E.T. teimoso fica para mamis. Não pense que estou louca, mas se de repente for embora - e as pessoas não saibam o quanto importam?

Enrubescida, ela cala-se. Com uma palavra e o silêncio. Fê-la sentir-se tola, leviana e vazia. Como a tempos não se sentia.

Talvez não exista ficção...

Não quero admitir que os escritores, roteiristas e sei lá mais o quê acharam a fórmula do amor. A receita dos triângulos. Porque não é assim. Não há receita na vida. Queria que pelo menos uma vez, ao invés de mostrar a ótica de quem sofre por amor, mostrasse o ponto de vista de quem faz sofrer.

Tem gente metida em triângulos tais como de um certo filme italiano (ou seria francês?) que vi certa vez! Uma namoradeira incorrigível – uma sonsa monga que não vê um palmo a frente -mas não que fizesse por leviandade. Tudo genuíno. Realmente se sentia encantada por cada novo namorado. Ele, um rapaz sem defeitos. Bonito, forte e viril... Um “homem” estereotipado. O novo namorado.

Mas sempre tem o trovador. Aquele amigo, o ombro, a docilidade... Longe de ser o mocinho de filmes. Mas que tem o encanto e o bucolismo que o fazem conseguir as cenas mais bonitas. Só que no seu espírito há a mesma contradição do coração da namoradeira. Ela, ao mesmo tempo em que não quer ferir um ser vivo, acaba sempre destruindo o coração do amante. Ele, o “versador”, por mais que queira conquistá-la, por sua inteligência acaba tendo requintes de crueldade – quando se sente ameaçado.

Nesse final de semana, vi vários enredos do amor. O triste dos seus amigos namorarem entre si, é que você não pode tomar partido – nem se meter. Não que eu me meta. Não que eu sempre dê razão para os amigos. Mas gosto de dar pitada de bom senso. Se é que possuo...(Pra quem está de fora sempre é mais fácil! Uma pena que não podemos ver de fora os próprios relacionamentos).

Longe de mim, almejar a perfeição. As imperfeições por si só, já tornam as pessoas mais interessantes. Sou adepta de quem ama, acha fascinante até certos defeitos. Mas parece-me que as pessoas estão cometendo graves erros...ou os de sempre. Creio que já não sabem porque namoram. Creio que perdem muito tempo apontando os defeitos da outra. Virou uma convenção social. Não é permitido estar sozinho ou se tem muito medo disso. Sinto-me triste quando não vejo empolgação no olhar, vontade de estar grudado, enlaçado, abraçado ou então a agressividade nos gestos em relação ao “ser amado”. Eu sei quando ajo assim, o que significa... Por isso me entristece.

Ou ainda, aquelas pessoas que não são apenas namoradeiras... Aquelas que por alguma falta tentam preencher de todas as formas, algo que desconhecem. Falam de peito cheio: estou muito bem, escolhi esse modo de vida. Mas no final do dia, sabem, que não conhecem o que procuram... Não sabem o que procurar. E ainda tem aqueles que se sentem donos e acham que amar é ser propriedade...

Nesse momento paro e vejo que todas essas tramas: os filmes, livros e novelas já conhecem. Será que é possível resumir a vida assim? Numa história, num roteiro...numa página? Talvez seja ingenuidade achar que não... E não quero condenar ninguém. Talvez para mim certas coisas não façam sentido... ou simplesmente não concorde. Acho todas essas nuances interessantes demais, para querer que não aconteçam... Ai, essas complicações humanas. Tão humanas.

Ainda percebo, pequenos enlaces, particularidades, olhares, vaidades, sorrisos (e porque não, abraços?)...que superam qualquer roteiro.

O que não inventam!

Meu irmão, um tanto que puritano às vezes, veio dizendo que tinha preferido não comentar a minha declaração sobre drive-in. Foi aí, que conversado com dois engenheiros (que descobri serem especialistas em casas de meretrício) que percebi a gravidade da minha fala.
E declaro, falo dos drive-ins antigos, cinema, carro – algo com uma malícia mais adolescente. Não sabia da modalidade de motel motorizado – e muito menos que existia um na Matheus Leme. Vivendo e aprendendo...

Faz tempo que não me sinto tão inocente!

sexta-feira, 16 de novembro de 2007

Brega, clichê, achei e postei...

— Sonia Delsin
BEIJOS E MORDIDAS...

Meu amor, minha vida.
O amor é feito de beijos e mordidas.
Mordidas leves, breves...
Aquela coisa que toca a carne.
Que toca a alma.
No amor todos os sentidos são envolvidos.
No amor tudo é supremo.
Extenso.
Tudo é.
Tudo existe.
Tudo é permitido.
Até beijar o ouvido.

Postei porque entendi a graça implícita dos drive-ins

Virei fã das anedotas infantis, tenho sonhado com gigantes...

Quando viu pela primeira a sombra do Gigante que se postava a sua frente, a pequena flor nem se deu conta do que se tratava. Sim, ela esta distraída com outros movimentos que aconteciam próximos ao jardim. O próprio Gigante não queria saber de flores naquele momento. A segunda vez que ela avistou o grande homem, ele passeava pelo jardim mais atento.
Quando a sombra magnífica bloqueou a visão da pequena flor para além do jardim, sua primeira reação foi deslumbramento. Ela se encantou... O Gigante sem pedir licença, ao menor sinal de simpatia da flor, arrancou-a e plantou em um vaso numa janela escondida de sua casa. Ela ainda entretida, não se deu conta...Ele era enorme, vigoroso e tinha gentileza no olhar.
Quando o torpor passou... Já era tarde... Sentiu medo. O Gigante notou. Achou que ela estava amuada. Talvez fosse melhor leva-la de volta ao jardim. Mas, na verdade, ela achava-o indiferente ao vaso. Talvez fosse só decoração... Se fosse o caso, gostaria de retornar.
No dia em que ele iria devolvê-la ao jardim, com um grande sorriso, regou-a de mansinho e conversou um bocado. Ela desabrochou sorridente. E Gigante e flor compreenderam o que significavam os seus temores.

Pesquei no primeiro prato típico

A semana passou e enquanto as crianças brincam de filme de conspiração e espionagem, alguém tem que se preocupar com a realidade. A verdade dói. E para botar uma máscara, dissimular e fingir que não sabe... há muitos artifícios. Serve a ironia. Fingir que é o dono da verdade. Vale ser carismático e falar o que os outros querem ouvir. Mas, quando há duas partes – os mais tolos são os que pegam nas armas. Os grandes não sujam as mãos e os pequenos panacas acham que defendem os próprios interesses. Prefiro não amar ninguém e usar o que cada lado tem de melhor. Mas uma coisa é certa: os dois lados são perigosos.

*** O título possui uma idéia alheia ao texto. Uma nova técnica.

terça-feira, 13 de novembro de 2007

Sobre histórias infantis...

E um Gigante com sua mão colossal e coração emblemático resgata a menina... Tira-a do esconderijo, leva-a pela mão, era apenas medo. Bastava um sorriso sincero para que ela saísse brincar novamente.

sábado, 10 de novembro de 2007

Três palavras

Tão simples como borboletas no estômago!

sexta-feira, 9 de novembro de 2007

Cante!

Siga cantando...
Alto, sonoro e perto de mim.
Não adianta mais.
Chame de musa, de linda e dissimule interesse.
Não acredito mais.
Indique letras, melodias ou fale de enredos.
Não me vejo mais.
Se insinue, jogue indiretas e sorria.
Não quero mais.

Projeto transforma Espaço Cultural BRDE em um grande muro artístico


Trabalho de Pierre Lapalu/ FOTO: Pierre Lapalu


A arte interagindo com o ambiente urbano e modificando espaços “oficiais” de exposição. São essas as idéias que motivam as intervenções dos integrantes do Projeto Muro, que transformam o Palacete dos Leões - Espaço Cultural BRDE. O resultado poderá ser visto numa mostra quer vai de 13 a 28 de novembro. O objetivo é converter o Palacete num grande “muro” e mostrar a produção contemporânea por meio de sua forma mais informal: os cartazes “lambe-lambe”.
A exposição traz os trabalhos de um grupo de jovens artistas, estudantes da Escola de Belas Artes: Adriano Woellner, Cyntia Werner, Eduardo Calegari, Fábio de Castilhos Lima, Pierre Lapalu e Rafael Campagnaro. Eles já espalhavam suas criações por Curitiba em pequenas parcerias, mas no final do ano passado, resolveram se reunir e formar um só grupo. São artistas com propostas e estilos diferentes, mas dispostos a transformar um espaço de exposição com os “lambes”.
Algumas obras são únicas enquanto outras são reproduções de trabalhos já conhecidos nas ruas de Curitiba. “ Elas fazem ligação com o próprio espaço e até com a rua”, fala Pierre Lapalu. Segundo ele e Cyntia Werner, o lambe-lambe é “a uma das formas mais democráticas de arte contemporânea”, pois todos podem participar sem a necessidade de seguir uma escola ou um conceito específico de arte. As intervenções no espaço urbano estão expostas à apreciação de qualquer pessoa que veja o trabalho. “Podem gerar reflexão, admiração, repulsa, e se alguém, achando que é lixo, arrancar fora, também estes estão no seu pleno direito. A característica essencial do formato é provocar uma reação, seja ela qual for”, acrescenta Lapalu.

Serviço:
Projeto Muro - Coletiva
Espaço Cultural BRDE - Palacete dos Leões
Avenida João Gualberto, 530/570
13 a 28 de Novembro
12h30 às 18h30, de segunda à sexta.
Entrada franca.
Informações: 3219-8134

quinta-feira, 1 de novembro de 2007

Oi! Oi! Oi!

O tempo passa, o tempo voa e a Marina Gallucci continua numa boa...

Eu fiquei frustrada... Não realizarei tão cedo o sonho de conversar cara a cara com Valêncio Xavier. Eu não vi The Killers, mas quem sabe role o Cordel...Não fiz nem metade do que eu queria, mas a vida não é só alegria. Mês mais louco que o mês do cachorro louco! Quase mortes, luz no fim do túnel...
A minha vida anda mais emocionante que última semana de novela mexicana. Quem quiser escrever um roteiro – terá o filme mais dramático! Quem quiser um best-seller – vai rechear a prateleira de auto-ajuda: “A Chave”/ “O Mistério”!
I Jogos Internos UniBrasil: Capital Lanterna, confraternização, loucuras, fechamento, gripe...ano que vêm tem mais! Foi divertido...Só não posso dizer que senti um grande crescimento profissional, pois nem me dediquei... Conheci (melhor) os coleguinhas e expandi a rede de contatos. Fugi. Tenho mais uma história para contar...
Depois da tempestade... Curitiba Literária. Nessa história, nem sei como entrei – mas há indícios que foi pela simpatia que o meu bisa tinha por Mussolini.
TCC – o Cervi concordou comigo...Creio que achei o meu problema! Ai, como busquei por esse problema! As pessoas fogem deles e os sextos joans caçam-nos!
Hoje conversamos com Pioli, cantaremos “mocinhas da cidade” e... planejamos o árduo feriado! Documentário de rádio, decupagem para Dulce News, TC, resenha, ler, ler e ler...
A Paty tem um emprego novo! O Omar cresceu uns 16 anos! Arrancaram o meu cabelo branco! A Dinah estará em um livro! Algumas Grutuns acham o Rodolfo gatinho! Existe um Glommer na UniBrasil! A Lálika arrasou corações nos jogos! Eu sei mais segredos do submundo do que gostaria! O Léo assumiu o namoro! Eu ando tendo sonhos estranhos! Voltei a ser reticente! Ufa... tanta coisa para contar (mas que é melhor abafar)!

E acaba aqui o resumão do mês mais sem sentido e agitado desde que os ingleses se espantaram com a declaração em que Elton John assumia ser gay...foi uma surpresa para todos!