Fonte: Boletim da CAV
IX Campanha Nacional de Doação de Órgãos: “Preserve a Vida. Seja um Doador de Órgãos”.
Em comemoração ao Dia Nacional de Doação de Órgãos, dia 27 de setembro, foi lançada em todo o país a IX Campanha Nacional de Doação de Órgãos. Com o slogan “Preserve a Vida. Seja um Doador de Órgãos”, a campanha promovida pela Associação Brasileira de Transplantes de Órgãos (ABTO) é dedicada a informar e sensibilizar a sociedade sobre a necessidade da doação de órgãos. O objetivo é tentar salvar a vida de 70 mil brasileiros que estão na fila de espera. Mais informações através do sítio http://www.abto.org.br.
Papai Noel dos Correios
O Papai Noel dos Correios é um projeto em que as inúmeras cartas que são endereçadas ao bom velhinho e que chegam todos os anos aos Correios podem ser adotadas por quem quiser transformar o Natal de uma criança. Muitas cartinhas, expostas nas agências, emocionam e sensibilizam pelo teor do seu pedido. A essas os Correios procuram atender convidando empregados, pessoas da comunidade e empresários a fazerem a adoção, se comprometendo em atender aos pedidos das crianças. Mais informações sobre o projeto e como proceder para adotar uma carta pelos telefones (41) 3310-2360 e (41) 3310-2356.
Fortalecendo os Conselhos do Direito do Idoso
Hoje, dia 27, das 19h às 21h30 e dia 28, das 8h30 às 11h30, membros dos Conselhos do Idoso, idosos, voluntários, instituições sociais, indústrias, comércios, sindicatos, associações e instituições governamentais podem participar do Seminário: Fortalecendo os Conselhos do Direito do Idoso. O evento acontece no Asilo São Vicente de Paulo, que fica na Rua São Vicente, nº 1000, no bairro Juvevê. Mais informações pelos telefones (41) 3271-7484 e (41) 3271-7467. As vagas são limitadas e as inscrições gratuitas, podendo ser feitas através do sítio www.fiepr.org.br/fepr/cpce ou pelo telefone 0800-646-0008, das 9h às 12h e das 14h às 18h.
*** Dica legal: no asilo São Vicente de Paulo, você não precisa ser parente para visitar as velhinhas. Há muitas senhoras que não recebem nenhuma visita. Ir lá no fim de semana, nem que seja só para bater um papo - já é muita coisa! Durante um ano e meio fui por duas horas todo sábado! Aprendi muito!
quinta-feira, 27 de setembro de 2007
domingo, 23 de setembro de 2007
Loucura! Loucura! Loucura!
Já que estamos falando de indústria cultural... Nada como usar frase do caríssimo Luciano, marido da Angélica e pai do Joaquim!
Essas duas últimas semanas foram basicamente: jornalismo, jornalismo e adivinha? Mais jornalismo!
Retiram-se de lado os contratempos, as pessoas que não colaboram, os atrasos de vida do estúdio, mil e uma tarefas acumuladas... Foi tudo mais que supimpa! Foi o Ó do borogodó no bom sentido!
Vale registrar, o excelente debate sobre redução da maioridade penal gravado na aula da prof. Thays, transmitido pelas televisões na Unibrasil (sim, fora do comum! Rádio pela TV!). Tivemos dois caras de peso. O procurador do estado Dr. Olympio Sotto Maior e o desembargador Dr. João Kopytówski. Foi um show! (Lembrar que as fotos estão com o Nei – alguém tem que pegar!).
Particularmente, a minha saga: matéria da Dulcinéia! O que me habilitou para as seguintes funções: câmera, assistente (carrego todo equipamento que é uma beleza!), repórter, produção, edição.... vixi! Quer me contratar? Infelizmente por contratempos (com) técnicos não pude finalizar... Lex Luthor ataca novamente!
A assessoria da promotoria: sucesso! A equipe foi maravilhosa e diga-se se passagem, estonteante! Tathi, Paty, Jaque, Jack e Raquel! Fabulosas... Nosso blog rendeu elogios e observações importantíssimas! Até o coordenador passou por lá: ascompromo.blogspot.com
No entanto, vale ressaltar que o trabalho podia ter sido bem melhor. Da próxima vez, será que não dá pra avisar antes?

Olha a tietagem!!! Paty, Marina, Jaque e Tathi com o Prof. Felipe.
Segunda (amanhã!), mesa redonda sobre exploração sexual infantil (19h – diretamente dos estúdios da Unibrasil!). A infância paira sobre as minhas produções novamente... Só sobre as produções, pois filhos – cada vez mais distantes!
Ainda teremos uma incrível matéria sobre o mercado das pipocas – pauta que nossa companheira Pati Cretti abraçou com muito carinho. E, Erbo Stenzel que apareceu após uma infestação de insetos!
Final de semana... sem comentários. Chá de bebê, ex panaca, convite esperado e bailão cruz credo! O que me faz dar um conselho, chás de bebê surpreendem, bailões não – então fuja!
Essas duas últimas semanas foram basicamente: jornalismo, jornalismo e adivinha? Mais jornalismo!
Retiram-se de lado os contratempos, as pessoas que não colaboram, os atrasos de vida do estúdio, mil e uma tarefas acumuladas... Foi tudo mais que supimpa! Foi o Ó do borogodó no bom sentido!
Vale registrar, o excelente debate sobre redução da maioridade penal gravado na aula da prof. Thays, transmitido pelas televisões na Unibrasil (sim, fora do comum! Rádio pela TV!). Tivemos dois caras de peso. O procurador do estado Dr. Olympio Sotto Maior e o desembargador Dr. João Kopytówski. Foi um show! (Lembrar que as fotos estão com o Nei – alguém tem que pegar!).
Particularmente, a minha saga: matéria da Dulcinéia! O que me habilitou para as seguintes funções: câmera, assistente (carrego todo equipamento que é uma beleza!), repórter, produção, edição.... vixi! Quer me contratar? Infelizmente por contratempos (com) técnicos não pude finalizar... Lex Luthor ataca novamente!
A assessoria da promotoria: sucesso! A equipe foi maravilhosa e diga-se se passagem, estonteante! Tathi, Paty, Jaque, Jack e Raquel! Fabulosas... Nosso blog rendeu elogios e observações importantíssimas! Até o coordenador passou por lá: ascompromo.blogspot.com
No entanto, vale ressaltar que o trabalho podia ter sido bem melhor. Da próxima vez, será que não dá pra avisar antes?

Olha a tietagem!!! Paty, Marina, Jaque e Tathi com o Prof. Felipe.
Segunda (amanhã!), mesa redonda sobre exploração sexual infantil (19h – diretamente dos estúdios da Unibrasil!). A infância paira sobre as minhas produções novamente... Só sobre as produções, pois filhos – cada vez mais distantes!
Ainda teremos uma incrível matéria sobre o mercado das pipocas – pauta que nossa companheira Pati Cretti abraçou com muito carinho. E, Erbo Stenzel que apareceu após uma infestação de insetos!
Final de semana... sem comentários. Chá de bebê, ex panaca, convite esperado e bailão cruz credo! O que me faz dar um conselho, chás de bebê surpreendem, bailões não – então fuja!
quarta-feira, 19 de setembro de 2007
Para encerrar uma época impossível de traduzir em palavras...
Foram tantos dias sem escrever. Quase um mês, para ser exata. A última vez, eu mal sabia quão atípico seria o mês. Na verdade, atípico não é a palavra correta. Esse último mês foi incisivo – da forma mais dolorida e cortante que se possa imaginar. Uma ação pode botar a prova toda a sua fé e tudo que você acredita. Um fato incompreendido – inconcebível – pode reforçar toda a sua descrença no ser humano.
Existem várias formas de canalizar a dor. A primeira é a fraqueza, a segunda a desistência e a terceira é quando você pensa que se continua nesse mundo – então que essa existência sirva para algo. Não é altruísmo. É simplesmente, não fazer da vida algo tão banal (por não saber muito bem o que fazer com ela). Pra que serve a vida? Vida. Banalidade. Mais do que nunca se percebe que nenhuma (vida) tem valor. Somos todos descartáveis. O mundo não está nem aí para os que foram eliminados e muito menos para os próximos a terem sua sobrevivência reduzida.
Incompreensão. Essa é a palavra que permanece. Por quê? Será que é simplesmente instinto desejar entender o significado dos atos – e na verdade coisas acontecem sem motivo?
Crueldade, frieza, violência, assassinato, notícia, sensacionalismo... Todas essas palavras ganharam consistência. Um pouco de subjetividade, talvez – mas parece-me que a dor e ver o sofrimento de quem a gente ama (Sim! Sentimentos!) tornaram a minha visão muito mais crítica.
Não é clichê dizer que a gente só entende quando acontece com a gente ou perto da gente. Você pode ser a pessoa mais engajada, preocupada, politizada – mas você só irá SABER, quando sentir. Talvez, nesse sentido, melhor é ser alienado. Assim, não existem as angústias, as crises, as decepções...a dor.
Dor.
É tão duro ter consciência quando você está longe. Multiplique o sentimento de impotência por mil. É assim que você se sente quando está perto.
Agosto. Ouvia dizer que é o mês do desgosto. Nunca entendi. Afinal, na minha família era a celebração da vida. Que irônico! Todos nós comemorávamos a nossa existência nessa época. E nessa época toda a nossa existência, todas as comemorações... TUDO. Tudo perdeu o sentido.
Ainda não parece verdade... Aguardo o momento que despertarei desse delírio.
Mas a vida segue. A dor se aquieta. A rotina cega. E o vácuo, esse permanece.

Na época da inocência...
Existem várias formas de canalizar a dor. A primeira é a fraqueza, a segunda a desistência e a terceira é quando você pensa que se continua nesse mundo – então que essa existência sirva para algo. Não é altruísmo. É simplesmente, não fazer da vida algo tão banal (por não saber muito bem o que fazer com ela). Pra que serve a vida? Vida. Banalidade. Mais do que nunca se percebe que nenhuma (vida) tem valor. Somos todos descartáveis. O mundo não está nem aí para os que foram eliminados e muito menos para os próximos a terem sua sobrevivência reduzida.
Incompreensão. Essa é a palavra que permanece. Por quê? Será que é simplesmente instinto desejar entender o significado dos atos – e na verdade coisas acontecem sem motivo?
Crueldade, frieza, violência, assassinato, notícia, sensacionalismo... Todas essas palavras ganharam consistência. Um pouco de subjetividade, talvez – mas parece-me que a dor e ver o sofrimento de quem a gente ama (Sim! Sentimentos!) tornaram a minha visão muito mais crítica.
Não é clichê dizer que a gente só entende quando acontece com a gente ou perto da gente. Você pode ser a pessoa mais engajada, preocupada, politizada – mas você só irá SABER, quando sentir. Talvez, nesse sentido, melhor é ser alienado. Assim, não existem as angústias, as crises, as decepções...a dor.
Dor.
É tão duro ter consciência quando você está longe. Multiplique o sentimento de impotência por mil. É assim que você se sente quando está perto.
Agosto. Ouvia dizer que é o mês do desgosto. Nunca entendi. Afinal, na minha família era a celebração da vida. Que irônico! Todos nós comemorávamos a nossa existência nessa época. E nessa época toda a nossa existência, todas as comemorações... TUDO. Tudo perdeu o sentido.
Ainda não parece verdade... Aguardo o momento que despertarei desse delírio.
Mas a vida segue. A dor se aquieta. A rotina cega. E o vácuo, esse permanece.

Na época da inocência...