quinta-feira, 28 de junho de 2007

Desabafo de fim de quinto período


FOTO: WILL BURGESS. O que aprendi hoje: Um dos desafios do jornalista é o de ser extremamente crítico e ainda ter a capacidade de se encantar pelas coisas.

Hoje estava conversando com um mestre das artes do jornalismo. Mesmo percebendo que as minhas técnicas para tirar as revelações mais bombásticas ainda é precária, consegui adentrar em diversas reflexões: da filantropia, cinema, Cyndi Lauper, às da vida acadêmica! Também cheguei a uma conclusão assustadora (ok, talvez não seja para tanto). Sabe, eu nunca pensei em trabalhar no jornalismo impresso. Achei que não tinha nascido para coisa. Mudei de idéia, existem possibilidades. Amo desenvolver meus “filhos”. No entanto, quando finalmente pego gosto, não teremos mais jornal laboratório. Logo, como exercitar algo que necessita de aprimoramento – ou melhor, onde? Eles passaram os 2 anos e meio priorizando jornal impresso e quando me apaixono...

Percebi que é uma emoção muito grande ter as unhas roídas pela pressão e o stress de fechar o jornal. E as mãos sujas daquela tinta maldita! Talvez seja exagero - ou lirismo - mas o preto deixa a alma impregnada, não só as mãos! Remete aquela visão romântica do jornalista (acrescente aí, aquele cafezinho na mão).

Jornalista é tudo bicho esquisito mesmo.

Perdemos final de semana, acordamos 4 horas da manhã, dormimos pouco, reclamamos (e muito!) mas no fim das contas, adoramos uma vida sem rotinas e a correria – uma delícia, não? Meu pai sempre disse que eu deveria fazer outra coisa, mas não adianta, cada um sabe melhor o que quer da vida. Agora me surpreendo com vários (VÁRIOS) estudantes! Acho que todos sabem do cansaço, do stress... Ninguém quer sacrificar um fim de semana e ainda tem aqueles com o papo de que não querem trabalhar na área (mas acham-se tão importantes quanto o gás da coca e não aceitam uma crítica). Passar um tempão trabalhando em cima de uma matéria, e depois de pronto, impresso - ver um monte de defeitos. É a coisa mais comum do mundo, não é? Fora o Ctrl+C, troca a ordem, Ctrl+V (sim, ainda existe!) – mas esta é outra discussão.


Estudante de jornalismo é tudo bicho esquisito mesmo.

A lenda viva Valdir Cruz, em uma banca da vida, disse que o jornalismo é exatamente isso (não a falta de profissionalismo). Estar sempre vendo algo a melhorar, sempre vendo que há algo de diferente a ser feito. Que ler o jornal depois de publicado, pode ser muito frustrante, porque sempre achamos que poderíamos ter feito melhor. Somos todos meros estudantes, então talvez desconhecemos esse fato. Mas não é, ou pelo menos deveria ser (num mundo ideal talvez) a intenção do estudante e, principalmente o universitário, querer sempre o aperfeiçoamento? E não é da própria natureza universitária, e ainda mais do jornalista ser crítico? Imagina o que vai ter de melindres nas redações do futuro...

Enfim, é apenas um desabafo...
Só digo: é uma pena não ter mais jornal laboratório!

terça-feira, 26 de junho de 2007

E viva Bacco!

Esse blog mal começou e já nem é atualizado! Enfim, são tantas coisas desde quarta, que já nem sei por onde começar...
Talvez pela TPM. Entendi porque mulheres com TPM são absolvidas, caso matem alguém. É incrível a vontade de querer matar um e deixar de gostar de outros, quando se tem TPM! Aconselho... Afinal, depois que você volta a amar o mundo, tem uma sensação de libertação surpreendente.
Sexta, point mais badalado do Tarumã: Dog do Galdério. Mostraria a foto, se o celular colaborasse: O Henrique com uma cerveja na mão, não tem preço! É por essas e outras que final de semestre é a melhor época do ano!
As outras, de "outras" não tem nada. Espero que vingue, como raiz de trepadeira em muro (piadinha chinfrim) - enfim, resumo tudo em duas palavras: Dani e Patrine!
Sábado, Paty e Ronie: Tão namorando! Tão namorando! Viva! Vocês merecem ser felizes!
Domingo, descobri que sou uma viciada. E sim, também acorrentada!
Um novo objeto de tietagem: Charme Chulo!
Segunda,de manhã: achei as músicas do The Bad Folks!
De noite: "Ciano Restô Bar" - "Azul esverdeado, água marinha, turquesa, acqua. É a cor dos mais límpidos mares, do céu nas primeiras horas da manhã. Fonte perene de nossa inspiração".Veja só, onde essa mais nova blogueira foi parar! O nome do lugar é mera coicidência. Nossa caríssima Dani, através de seus super contatos, proporcionou uma noite de bons vinhos e frutos do mar - mesmo que dos tais dos brochetes, nem cheiro! O ponto auge do encontro foi quando o Bacco chegou! Está mudado, sem dúvida...Mas como sempre, deixou algumas pessoas falantes, outras tão alegres (que quebraram copos), extraiu os segredos de muitas e assim foi... Deixou a todos com aquele sentimento de que o mundo é lindo e amamos a todos! Bacco sempre foi o mais alegre da turma!

quarta-feira, 20 de junho de 2007

Bolachas Natalinas em Junho




"Conivência, menosprezo, cegueira, ilusão em relação aos defeitos dos amigos, complacência a ponto de avaliar e admirar os vícios mais evidentes como qualidades, não será isso, acaso, estar próximo da loucura? Um beija a verruga de sua patroa, outro se deleita em aspirar um pólipo do nariz de sua amada, um pai diz ao filho estrábico que tem olhos de conquistador. Não será isso verdadeira loucura? Diga-se, pois, repita-se, é precisamente a loucura que une os amigos e os conserva na amizade". Elogio da Loucura - Erasmo de Rotterdam
Sim! A loucura confere sabor, prolonga e perpetua a vida humana!

Loucura! Loucura! Loucura!

As Spice Girls gravam música nova, Tom Cruise faz filho novo, as pessoas caem, recomeçam, levantam, persistem e sempre tentam de novo! Só pode ser loucura, a capacidade do ser humano se arriscar novamente, fazer coisas como escalar montanhas, beijar calçudos do Largo da Ordem, comprar bolachas natalinas em Junho e driblar a insegurança. Mas é isso que torna a vida, assim, algo que vale a pena, não é mesmo?
Há várias coisas que merecem registro: as cervas e dogs nas esquinas mais badaladas do Tarumã! E sim, as promessas de vários dates e afins. Mulherada, nada de fechar! Cansei de levar essa vida medíocre com as pessoas da facul!
E as bolachas natalinas...sim, as bolachas! Já falei tanto nas bolachas!

Trilha sonora de hoje: Entre a vontade de ficar e o Medo de Ficar – TG

Inté!

segunda-feira, 18 de junho de 2007

Salve! Salve!

Foto: Azul: A caminho da ilha do Mel/ MARINA GALLUCCI

Olá amigos - futuros leitores!



Como se já não bastasse o orkut da vida, o flickr da vida...aderi a mais uma moda. E olha, que eu não gosto de seguir tendências...
Resolvi assumir de vez o meu lado dominado por essa cultura do "Olhe eu aqui!"/ "Veja e seja visto"!

E como não gosto de rótulos e não quero viver nessa ditadura da imagem: leia-me aqui. Já que nessas outras comunidades cibernéticas, não passo de mais um rostinho bonito ou medonho, dependendo do gosto - aqui sem rótulos alheios: uma versão de mim, por mim mesma.
Vou botar a boca no trombone, escrever pelos cotovelos (desculpe-me o infeliz trocadilho) e assim quem sabe, organizo melhor as idéias e paro de falar tanta asneira ao vivo!

O título desse humilde blog, nada mais correto - já que existe uma comunidade no maravilhoso orkut que me rotula de azul e outros muitos fãs que dizem "a Marina já nasceu falando" (fato altamente mentiroso - basta consultar as anedotas da minha família e a história da simpatia).

Minhas esperanças: que alguém leia! Que interajam!

Enfim, é isso!

***E usando as palavras da caríssima Dani Carneiro, plagiadas do ilustríssimo Sr. Rick:


Apareeeeeçam!